quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Interface de um site (fictício)
O conceito de Interface é amplo, pode se expressar pela presença de uma ou mais ferramentas para o uso e movimentação de qualquer sistema de informações, seja ele material, seja ele virtual.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
"Pintando o Sete e Descobrindo o Mundo das Cores"
Setor I- apresentações através de slides onde foi apresentados e explicados os seguintes aspectos: “Como se dão as cores”, “artistas que fundamentaram a importância das cores”, “mudança ocorrida na arte através das mesmas”, destacando a percepção das cores e seus significados. Os artistas apresentados foram Éugene Delacroix, Claude Monet e Georges Pierre Seurat, lá se reuniram 21 crianças entre 07 a 13 anos e 03 monitores.
Setor II- Desenvolveram na prática as misturas das cores, chegando aos resultados e aplicando em tabelas. Foi um momento de curiosidades e de expectativas. A cada cor descoberta era uma superação. Foi um momento de muitas pinceladas e de liberdade de expressão. Este processo não pode ser concluído no mesmo dia, Será continuado no próximo encontro.
Dia 10/11/2010, inicio no mesmo horário a partir das 14hs, fomos para o Setor II, Setor da oficina de pintura, onde dividi em três setores conforme as cores primárias, onde demos continuidade ao desenvolvimento de misturas e aplicando resultados na tabela das cores. Houve presença de alunos que não tiveram no primeiro momento.
Dia 29/11/2010- Dinamização “testes da cores”, onde os participantes se relacionaram de forma mutua, fazendo a leitura e reflexão. Apresentando as poéticas dos artistas e desenvolvendo a prática através de desenhos referentes à Bandeira Nacional e pintura conforme o assunto citado desde o inicio, destacando a poética visual e sua sensação causada ao olhar observador.
Dia 30/11/2010, Aconteceu o asteamento das três Bandeiras: Estadual, Municipal e Nacional, canto do Hino Nacional e depois retornamos ao projeto no PETI, desenvolvendo a prática avaliativa em pintura apresentando as técnicas das cores aprendidas durante o projeto. Esta etapa foi desenvolvida por toda a equipe onde todos por grupos foram pintando a seu modo uma única Bandeira e no fim de cada participação registraram suas mãozinhas na base da produção. Foi um momento de representação artística e resgate cultural. Depois fomos para o setor I.
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Finalizamos o projeto hoje, graças a todos presentes na fotografia e os demais que contribuiram para o desenvolvimento do mesmo. Obrigada a todos...
Fim...
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
FACULDADE DE ARTES VISUAIS
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Estágio Supervisionado III
Orientadora/a acadêmico/a: Célia Mari Gondo Passos
Relatos de Minhas Experiências III
Relatos de Minhas Experiências III
Durante este semestre tivemos grandes descobertas de encontro com a disciplina de Estágio Supervisionado III, onde depois de ter passado pelo mapeamento, cartografia da cidade, etnografia do campo escolar, intervenção artístico na sala de aula, depois voltamos para fora do ambiente escolar indo de encontro em tornar o familiar estranho. No início desta etapa fiquei confusa, onde fazia questionamentos de como seria, para que?Com quem? Que finalidade teria todo esse processo de entender o familiar estranho.
Mais através de desenvolver várias caminhadas fazendo o mesmo percurso; lugares freqüentados por mim todos os dias, pude perceber a dimensão do que realmente seria, como, porque e para que olhar de forma estranha. Percebi que o familiar é realmente estranho onde a partir desse processo percebi coisas, lugares, estado físico, comportamento humano, que antes não tinha capacidade de ver, somente passava e olhava. Era tão familiar passar todos os dias pelo mesmo local que pouco dava importância ao que realmente acontecia naquele percurso e as mudanças surgiam e não era percebida. E assim puder perceber o quanto a arte estava presente em vários lugares, tive dificuldade em encontrar a porta de entrada por não entender o que realmente aconteceria depois da escolha. Pensava se o local seria ideal para o que aconteceria depois, já esperando qualquer coisa. Era tudo confuso! Então a partir do desenvolvimento da etnografia escolhi a porta de entrada no Centro de Geração de Renda, onde funciona a biblioteca, o Programa de Erradicação do trabalho Infantil (PETI) e o PROJOVEM. A minha porta de entrada foi o PETI, sendo escolhido por observar que o mesmo trabalhava a artes através do artesanato, utilizado a reciclagem, percebendo que o colorido dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos expostos logo na entrada do estabelecimento, transmitia ao lugar alegria, uma energia positiva. Como disse “tudo no começo foi muito confuso, mais aos poucos as coisas foram se esclarecendo e passei a desenvolver a proposta de intervenção partindo de uma possível oficina de reciclagem de papel, onde se baseava na arte desenvolvida no programa. Mas aconteceu que junto às experiências surgiram as dificuldades e assim aconteceram mudanças em relação ao que seria desenvolvido; não encontrando parceria suficiente para ajudar nos recursos materiais, e sendo o projeto extenso para o tempo determinado e devido à disponibilidade do programa, então realizei uma nova etnografia no ambiente e percebi uso de pintura/cores nos trabalhos até então desenvolvidos e tive a opção de mudar o projeto trabalhando agora com as cores, apresentando artistas que fundamentava no assunto.
Se continuasse com o projeto trabalhando com reciclagem aconteceria de todas as maneiras a exclusão de turma ou de alunos, pensando neste detalhe e que o local escolhido como porta de entrada foi um programa, as atividades desenvolvidas são direcionada a todos. Contudo foi um fator importante que me levou a mudar mesmo, o tema e assim desenvolver um novo projeto onde foi aplicado no turno vespertino e sendo o mesmo ampliado pelos monitores em outro momento ao turno matutino.
Tive dificuldades de encontrar artista que desenvolvesse poética no assunto abordado. Pesquisava, pesquisava... e quando não esperava, uma revira volta aconteceu, encontrei três artista da qual citei nos dois roteiros desenvolvidos. O mesmo passou por alterações onde foi necessário fundamentar a poética dos artistas com ação a ser aplicada.
Como me sinto aliviava, por conclui este projeto na qual me deu muita dor de cabeça.
Nem tudo aconteceu como havia planejado, por isso e importante que haja a etnografia, planejamento e conforme a necessidade foi possível perceber surgimento de re-planejamento.
Através do primeiro roteiro fui desenvolvendo as primeiras ações da qual se estendeu devido a não participação efetiva dos próprios monitores, que da qual não tinham experiência em ter na sala uma estagiária, deixando- a na minha responsabilidade todo o direcionado da turma. Este fator dificultou o desenvolvimento esperado conforme o roteiro, onde a ação acabou sendo continuada no dia seguinte.
Depois parei com projeto devido às instruções passada pela professora orientadora, fui à busca de pesquisas que fundamentasse realmente o que seria desenvolvido, apresentando a poética dos mesmos e que relação tinha com tema cores. Todo o semestre foi cheio de grandes supressas e que enriqueceram meus conhecimentos, através das atividades aplicadas pude aprender como identificar situações que parecia ser inexistente e que na verdade estava somente oculta pela forma de olhar.
Como disse: tive dificuldade de encontrar artista que fundamentava a poética conforme o tema que desenvolveria, mais diante de toda instrução da professora, ultrapassei os limites, as dificuldades; acreditado ter conseguido fazer essa conexão no desenvolvimento das duas ultimas etapas, onde os monitores foram presente e este fator não presenciado nos dois primeiros momentos levou os a entender qual a função exata de um estagiário.
Nestas duas etapas citadas no segundo roteiro, foi um grande sucesso, onde consegui passar aos participantes o que realmente seria importante trabalhar as cores, fiz dinamização fazendo fruir o porquê os artistas tinham tanto aperfeiçoamento com as mesmas, desenvolveram trabalhos utilizando as cores e as poéticas dos artistas e por fim retratamos o momento ao ar livre. E mais, no ultimo momento houve uma participação maior em relação aos participantes, toda situação foi concluída ao asteamento, canto do hino nacional.
A finalização se deu por completo através da apresentação do Hino de Goiás, desenvolvimento coletivo de uma única bandeira, onde teve a participação de todos, incluindo o pessoal da biblioteca e assim registraram cada participação com a impressão das próprias mãos com tinta sobre isopor. Consegui arrancar sorrisos, opiniões, interação e até relembrar coisas que foram estudadas há muito tempo. Houve agradecimentos gerais e da partes dos próprios alunos. Uma aluna me disse que: “A sensação que senti em participar do projeto foi boa, principalmente na parte onde pude participar do desenvolvimento da bandeira, senti como se na verdade tivesse contribuído para a construção da verdadeira bandeira que foi pintada há muito anos atrás”. Essas palavras me fez perceber o quanto foi bom ter passado por todas as dificuldades. Foi gratificante saber que todas essas controvérsias serviram para amarrar globalmente o tema com a poética dos artistas e a realidade do programa.
2º Roteiro "Projeto de Intervenção Artistico - Pedagógica".
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
FACULDADE DE ARTES VISUAIS
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Ateliê – Poéticas Contemporâneas/Diálogos Intermediáticos
Professora Formadora: Ms. Noeli Batista dos Santos
Orientadora/a acadêmico/a: Célia Mari Gondo Passos
ROTEIRO
PROJETO DE INTERVENÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA
Discente: Elizette Alves da Silva
Pólo: Alto Paraíso de Goiás
Título do projeto: “Pintando o Sete e Descobrindo o mundo das cores”.
Delimitação da porta de entrada:
Escolhi em meu percurso o Centro de Geração de Renda onde a minha Porta de Entrada seria o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O programa é composto por 86 crianças e adolescente entre 7 a 14 anos. São desenvolvidas diversas dinâmicas onde se encontrar o artesanato com uso frente da reciclagem, diversos trabalhos utilizando a pintura, etc. Enfim, o programa é uma instituição que faz a diferença nas vidas dos integrantes, dando aos mesmos a razão para viver e conhecer outros meios de comunicação, contribuindo para a formação social, cultural, abusando sempre da criatividade.
Metodologia:
Método de abordagem com a comunidade
Este trabalho será caracterizado pela turma do vespertino, que terão a oportunidade de conhecer a importância da cores na aplicação dos artesanatos até então desenvolvidos .Em todo processo, estará presente a equipe da monitoria, coordenação e a psicóloga, onde ficará auxiliando no desenvolvimento de todo trabalho. A poética será fundamentada nos artistas citados acima em relevância a data comemorativa, mostrando a importância da mesma.
Método de procedimentos (referencial artístico, recurso e cronograma):
Baseado em algumas pesquisas, terei como bases teóricas para esse trabalho três grandes artistas: Éugene Delacroix, Claude Monet e Georges Pierre Seurat. Ferdinand-Victor-Eugène Delacroix,(1789 - Paris, 1863) Delacroix representa o cume da pintura romântica. É um apaixonado da vitalidade, da exuberância e do esbanjamento de cores, para ele a cor é mais importante que o desenho. Os temas escolhidos por Eugène Delacroix refletem diretamente a sensibilidade romântica: um canto ao heroísmo do povo grego na sua luta pela independência, uma rica cena oriental.
Artista famoso pela intensidade de suas cores e por experimentos que o levaram a revolucionar a maneira de trabalhar os tons. As cenas de paixão, violência e sensualidade, aliadas ao colorido das vestes e paisagens, fizeram a fama desse pintor da nobreza. Considerado o maior expoente do Romantismo na arte, era um artista que acreditava que sua pintura tinha por dever expressar todo tipo de experiência emocional intensa: paixão, luxúria, tristeza, violência, morte, vitórias e derrotas.
Em suas obras ele utilizava as cores complementares para obter maior riqueza e vivacidade em suas telas (cada uma das três cores primárias possui sua complementar, que resulta da fusão das outras duas). Ele dizia que “pela arte, pensa o homem, é que o cotidiano pode ser afugentado. Por meio da arte é que podem ganhar forma os devaneios de glória e aventura, de paixões e sacrifícios. E esse ideal romântico, pensa também, é o único a dar sentido à existência”.
Uma de suas frases definiu bem sua postura como artista e intelectual: "Deve-se ter audácia ao extremo; sem ousadia, sem extrema ousadia, não há beleza”. O mesmo teve uma vida agitada cheia de conflitos e turbulências passando por estrangulamento, incêndio, afogamento, envenenamento e sufocamento.
A missão do artista era documentar gente, terra e costumes. Embora os críticos façam reparos ao aproveitamento das cores - dizendo que as soluções encontradas, poderiam ser mais felizes -, é inegável a espontaneidade da obra. A maneira natural com que a cena é descrita, atingindo dimensões realistas, transmite o sentido direto da relação entre o pintor e seu tema.
O uso das cores era para muitos considerava exagero, levava em conta a vivencia, inspirava na realidade, sendo muitas vezes convidado a fazer obras que representasse o momento histórico. Até o fim da vida, sua arte consistirá numa intercalação de trabalhos poéticos, de inspiração subjetiva, e de pinturas grandiosas, narração de episódios militares, lendas medievais e mitologia pagã. Mesmo sabendo da doença ele não desistiu de pintar, pintava seus delírios, suas lutas interiores, suas ansiedades. Ele escreveu: “... nem sempre a pintura precisa de um tema".
Depois vem Oscar-Claude Monet foi um pintor francês e o mais célebre entre os pintores impressionistas, começou sua carreira com ilustrador e caricaturista. Tornou-se um grande pintor e um dos mais importantes representantes do impressionismo. Foi uma de suas pinturas, “Impressão: Nascer do Sol”, que deu nome ao movimento artístico impressionista. Pintava no exterior, algo bastante mais fácil com a evolução da indústria, nomeadamente, telas com mais formatos, tubos com as tintas, entre outras coisas.
O começo de sua carreira artística foi marcado por dificuldades financeiras. Porém, na década de 1870, começou a obter sucesso. Suas obras de arte seguiam, como temática principal, as paisagens da natureza. Trabalhava de forma harmônica as cores e luzes, criando imagens belas e fortes. Neste contexto artístico, podemos citar a série de pinturas que realizou sobre a catedral de Rouen (1892-1894), onde o artista retratou a construção em diversos momentos do dia, com variações de luminosidade. As cores devem ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares.
Durante sua doença Monet não parou de pintar, - usou nessa época de sua vida cores mais fortes como o vermelho-carne e vermelho goiaba, cor tijolo, entre outros vermelhos e cores mais fortes.
Contudo destaco Georges Pierre Seurat (1859 -1891) que introduziu uma técnica mais sistemática e científica, chamada divisionismo ou pontilhismo a que ele chamou Pintura Óptica. A técnica consiste em separar as cores nas suas componentes, de maneira que, em vez de serem misturadas como pigmentos e aplicadas à tela, nós só percebemos as figuras num todo, desde que as vejamos à distância certa, onde apresenta a teorias da cores de Newton, a teoria da visão de Ogden Nicholas Rood e o triangulo das cores de James Clerk Maxwell, assim o sistema proposto por Rood, permitiu-lhe obter tons mais luminosos do que o sistema subtrativo usado até então na mistura das tintas na paleta antes da sua aplicação na tela.
As cores primárias, justapostas e não mescladas, são combinadas na retina de quem a observa para formar o tom desejado pelo autor. Fazia suas obras ao ar livre, representando paisagens, semelhanças aplicadas por Claude Monet, mais o que diferencia ambos é que no pontilhismo demorava mais tempo para desenvolver uma obra, enquanto no impressionismo se faz de imediato conforme a luminosidade do tempo, Seurat analisavam efeitos ópticos das cores, efeitos emocionais das cores no espectador etc.
Observando o tema dos trabalhos dos artistas, podemos observar que eles valorizavam a questão do uso das cores mesmo se expressando em formas diferentes e momentos diferentes.
Recursos: Posso dizer que desenvolverei a oficina em um espaço apropriado, sendo realizado no próprio programa com exceção do hasteamento das Bandeiras que será em ar livre em frente à Prefeitura Municipal de Água Fria. O Centro de Geração de Renda que será minha parceira nessa grande caminhada, onde disponibilizará o espaço completo com mesas, cadeiras, pinceis colas, pequena ferramentas, material de limpeza, etc. Além do programa, terei parceria com Secretaria de Assistência Social com a disponibilização do aparelho data show e também da Secretaria de administração, com auxilio das Bandeiras: Nacional, Estadual e Municipal e a frente da Prefeitura Municipal para o hasteamento como já citei, a secretaria de Educação com auxilio na impressão de material, a Secretaria de Saúde que emprestou a tela do “data show” e a Escola Municipal professor Raimundo com o fornecimento da caixa de som e o Hino Nacional em áudio(CD). Irei contar com os próprios monitores para registrar em fotos e pequenos vídeos a realização do projeto.
Cronograma do Plano de Ação
Será desenvolvido em três encontros de aproximadamente umas três horas, contabilizando no total de 12 horas. O total de participantes será de 23 a 25 crianças, adolescentes, monitores, coordenadora e psicóloga. E o horário a ser trabalhado será todos no período vespertino. Local de realização será no Centro de Geração de Renda (PETI), Água Fria de Goiás –GO
1º Etapa-09 de novembro 2010/14:00 às 17:00
Elizette - Dar palavras de boas vindas, aprofundar sobre as cores, apresentando cientistas que fundamentaram das descobertas: Issac Newton, Moses Harris, James Clerk Maxwell, Ogden Rood, Johannes Itten. Em seguida, citarei os três grandes artistas onde os mesmos valorizavam as cores e suas evoluções para o desenvolvimento da arte destacando “Delacroix, Monet e Seraut”, e claro, a forma como cada artista trabalha em suas poéticas. Todos as informações serão exibidas através do “data show” através de slides e acompanhamento individual com o material impresso. Serão iniciados os primeiros contatos com o a tinta guache, desenvolvendo misturas, encontrando resultados, lançados na tabelas,
2ª Etapa-10 de Novembro de 2010/14:00 ás 17:00
Elizette- Continuação da Oficina e Auto – avaliação oral.
3º Etapa- 29 de novembro de 2010/14:00 às 17:00
Elizette - Apresentação e explanação sobre a Proclamação da República, a Bandeira Nacional e sua relação com arte apresentando, formas, cores e significados. Destacando os artistas que trabalharam ao ar livre. Desenvolvimento de desenhos individual ou coletivo ao ar livre usando a criatividade e os conceitos já aplicados sobre as cores e os artistas. Fazendo analise dos desenhos quanto aos significados.
4º Etapa-30 de novembro de 2010/14:00 às 17:00
Haverá o hasteamento das bandeiras: Nacional, Estadual e Municipal (Prefeitura Municipal) exibição do Hino Nacional, da qual todos os funcionários da mesma estarão presentes. Depois (PETI), apresentação do Hino de Goiás em slides para levá-los a maior reflexão. Por fim conversar com os participantes sobre o desenvolvimento do projeto e aprendizagem.
Cronograma: Será desenvolvido em quatro encontros de aproximadamente umas três horas, contabilizando no total de 12 horas.
Observações gerais:
O projeto já está já foi iniciado, esperando a avaliação para dar sequencia ao desenvolvimento do mesmo. Não tive escolha, não tendo acesso a internet, somente acesso as colegas fui dando seqüência e pelo tempo disponível do Programa (PETI), somente poderia ser realizado nessa semana. Conversei com a coordenadora e posso continuar o projeto nesta semana.
Fonte de Pesquisas:
Licenciatura em Artes Visuais: Módulo 7, Capítulo 3. Universidade Federal do Goiás. Faculdade de Artes Visuais; Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (CIAR) – Goiânia: FUNAPE, CIAR/UFG, 2010
www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx
http://www.vidaslusofonas.pt/eugene_delacroix.htm
http://www.passeiweb.com/saiba_mais/biografias/d/delacroix
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=400
http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressionismo
http://www.historiadaarte.com.br/monet.html
http://cultura.portaldomovimento.com/seurat.html
http://www.caiozip.com/impressio.htm
www.tci.art.br/monet/Biografia.htm
1º Roteiro "Projeto de Intervenção Artistico - Pedagógico".
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Faculdade de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Ateliê – Poéticas Contemporâneas/Diálogos Intermediáticos
Professora Formadora: Ms. Noeli Batista dos Santos
Orientadora/a acadêmico/a: Célia Mari Gondo Passos
ROTEIRO
PROJETO DE INTERVENÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA
Discente: Elizette Alves da Silva
Pólo: Alto Paraíso de Goiás
Título do projeto: “Pintando o Sete e Descobrindo o mundo das cores”.
Delimitação da porta de entrada:
Escolhi em meu percurso o Centro de Geração de Renda onde a minha Porta de Entrada seria o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O programa é composto por 86 crianças e adolescente entre 7 a 14 anos. São desenvolvidas diversas dinâmicas onde se encontrar o artesanato com uso frente da reciclagem, diversos trabalhos utilizando a pintura, etc. Enfim, o programa é uma instituição que faz a diferença nas vidas dos integrantes, dando aos mesmos a razão para viver e conhecer outros meios de comunicação, contribuindo para a formação social, cultural, abusando sempre da criatividade.
Metodologia:
Método de abordagem com a comunidade
Este trabalho será caracterizado pela turma do vespertino, que terão a oportunidade de conhecer a importância da cores na aplicação dos artesanatos até então desenvolvidos e desenvolver uma temática com a data comemorativa, apresentando a proclamação da República, onde serão associados os temas: Bandeira Nacional, Hino Nacional e o Hino de Goiás. Em todo processo, estará presente a equipe da monitoria, coordenação e a psicóloga, onde ficará auxiliando no desenvolvimento de todo trabalho.
Método de procedimentos (referencial artístico, recurso e cronograma):
Baseado em algumas pesquisas, terei como bases teóricas para esse trabalho três grandes artistas: Éugene Delacroix, Claude Monet e Georges Pierre Seurat. Ferdinand-Victor-Eugène Delacroix,(1789 - Paris, 1863) Delacroix representa o cume da pintura romântica. É um apaixonado da vitalidade, da exuberância e do esbanjamento de cores, para ele a cor é mais importante que o desenho. Os temas escolhidos por Eugène Delacroix refletem diretamente a sensibilidade romântica: um canto ao heroísmo do povo grego na sua luta pela independência, uma rica cena oriental. O mundo árabe está presente em muitas outras obras suas.
Artista famoso pela intensidade de suas cores e por experimentos que o levaram a revolucionar a maneira de trabalhar os tons. As cenas de paixão, violência e sensualidade, aliadas ao colorido das vestes e paisagens, fizeram a fama desse pintor da nobreza. Considerado o maior expoente do Romantismo na arte, era um artista que acreditava que sua pintura tinha por dever expressar todo tipo de experiência emocional intensa: paixão, luxúria, tristeza, violência, morte, vitórias e derrotas.
Seu uso inovador das cores, deixando de lado a tradicional técnica do "sfumato" ao se pintar sombras, também é marcante: sobrepunha cores complementares para obter maior riqueza e vivacidade em suas telas (cada uma das três cores primárias possui sua complementar, que resulta da fusão das outras duas). Essa inovação técnica iria influenciar artistas de movimentos posteriores, impressionistas e pós-impressionistas. Seu gosto por imagens exóticas influenciaria artistas do Simbolismo. Realizou trabalhos de grande escala em prédios públicos e igrejas, pintando murais e painéis.
Uma de suas frases definiu bem sua postura como artista e intelectual: "Deve-se ter audácia ao extremo; sem ousadia, sem extrema ousadia, não há beleza". Depois vem Oscar-Claude Monet foi um pintor francês e o mais célebre entre os pintores impressionistas, começou sua carreira com ilustrador e caricaturista. O termo impressionismo surgiu devido a um dos seus primeiros quadros (Impressão - Nascer do Sol). Uma das caracterizações do Impressionismo que me fez destacar foi: pintar no exterior, algo bastante mais fácil com a evolução da indústria, nomeadamente, telas com mais formatos, tubos com as tintas, entre outras coisas. Algumas caracterizações da pintura inter-relacionaram com o tema a ser trabalhado: A pintura deve mostrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz do sol num determinado momento, pois as cores da natureza mudam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol. As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se tornar óptica. Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Contudo destaco Georges Pierre Seurat (1859 -1891) que introduziu uma técnica mais sistemática e científica, chamada divisionismo ou pontilhismo a que ele chamou Pintura Óptica. A técnica consiste em separar as cores nas suas componentes, de maneira que, em vez de serem misturadas como pigmentos e aplicadas à tela, nós só percebemos as figuras num todo, desde que as vejamos à distância certa, onde apresenta a teorias da cores de Newton, a teoria da visão de Ogden Nicholas Rood e o triangulo das cores de James Clerk Maxwell, assim o sistema proposto por Rood, permitiu-lhe obter tons mais luminosos do que o sistema subtrativo usado até então na mistura das tintas na paleta antes da sua aplicação na tela.
As cores primárias, justapostas e não mescladas, são combinadas na retina de quem a observa para formar o tom desejado pelo autor. A partir de certa distância, que pode ser diferente para diferentes observadores, essa imagem pontilhada passa a ser contínua, como se tivesse sido pintada por linhas e não por pontos.
Observando o tema dos trabalhos dos artistas, podemos observar que ambos valorizavam a questão do uso das cores mesmo se expressando em formas diferentes como no romantismo, impressionismo e pontilhismo.
Recursos: Posso dizer que desenvolverei a oficina em um espaço apropriado, sendo realizado no próprio programa com exceção do hasteamento das Bandeiras que será em ar livre em frente a Prefeitura Municipal de Água Fria. O Centro de Geração de Renda que será minha parceira nessa grande caminhada, onde disponibilizará o espaço completo com mesas, cadeiras, pinceis, colas, pequena ferramentas, material de limpeza, etc. Além do programa, terei parceria com Secretaria de Assistência Social com a disponibilização do aparelho data show e também da Secretaria de administração, com auxilio das Bandeiras: Nacional, Estadual e Municipal e a frente da Prefeitura Municipal para o hasteamento como já citei, a secretaria de Educação com auxilio na impressão de material, a Secretaria de Saúde que emprestou a tela do “data show” e a Escola Municipal professor Raimundo com o fornecimento da caixa de som e o Hino Nacional em áudio(CD). Irei contar com meu sobrinho para registrar em fotos e pequenos vídeos a realização do projeto.
Cronograma do Plano de Ação
Será desenvolvido em três encontros de aproximadamente umas três horas, contabilizando no total de 09 horas. O total de participantes será de 25 a 28 crianças, adolescentes, monitores, coordenadora e psicóloga. E o horário a ser trabalhado será todos no período vespertino. Local de realização será no Centro de Geração de Renda (PETI), Água Fria de Goiás –GO
1º Etapa 09 de novembro 2010/14:00 às 17:00
Elizette - Dar palavras de boas vindas, aprofundar sobre as cores, apresentando cientistas que fundamentaram das descobertas: Issac Newton, Moses Harris, James Clerk Maxwell, Ogden Rood, Johannes Itten. Em seguida, citarei os três grandes artistas onde os mesmos valorizavam as cores e suas evoluções para o desenvolvimento da arte destacando “Delacroix, Monet e Seraut”, e claro, a forma como cada artista trabalha em suas poéticas. Todos as informações serão exibidas através do “data show” através de slides e acompanhamento individual com o material impresso. Serão iniciados os primeiros contatos com o a tinta guache, desenvolvendo misturas, encontrando resultados, lançados na tabelas,
2º Etapa-10 de novembro de 2010/14:00 às 17:00
Elizette - Nessa segunda etapa, irei para mais apresentar e explanar apresentado a Proclamação da República, a Bandeira Nacional e sua relação com arte apresentando, formas, cores e significados. Dando seqüência a esta etapa vamos para o desenvolvimento de desenhos individual ou coletivo usando a criatividade e os conceitos já aplicados sobre as cores e os artistas. Fazendo analise dos desenhos quanto aos significados.
3º Etapa-11 de novembro de 2010/14:00 às 17:00
Haverá o hasteamento das bandeiras: Nacional, Estadual e Municipal (Prefeitura Municipal) exibição do Hino Nacional, da qual todos os funcionários da mesma estarão presentes. Depois (PETI), apresentação do Hino de Goiás em slides para levá-los a maior reflexão. Por fim relatório individual com leitura inspirada do desenvolvimento do projeto.
Cronograma: Será desenvolvido em três encontros de aproximadamente umas três horas, contabilizando no total de 09 horas.
Observações gerais:
O projeto já está sendo realizado, sabendo que o mesmo não pode ser aprovado. Não tive escolha, não tendo acesso a internet, somente acesso as colegas fui dando seqüência e pelo tempo disponível do Programa (PETI), somente poderia ser realizado nessa semana. Já iniciamos hoje e se encerramos na quinta- feira.
Como podemos ver, a parte teórica e parte prática serão apresentadas por minha pessoa com minha porta de entrada que são crianças de 07 a 14 anos e demais funcionários. A poética será desenvolvida pelos mesmos a partir da etapa dois, onde haverá apresentação da data comemorativa, mostrando a importância da mesma, depois com o hasteamento das Bandeiras onde os levarão a repensar sobre o patriotismo e como a arte vivencia todos esses momentos.
Fonte de Pesquisas:
Licenciatura em Artes Visuais: Módulo 7, Capítulo 3. Universidade Federal do Goiás. Faculdade de Artes Visuais; Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (CIAR) – Goiânia: FUNAPE, CIAR/UFG, 2010
http://cultura.portaldomovimento.com/seurat.html
http://www.caiozip.com/impressio.htm
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Estágio Supervisionado III
Resumo: Unidade I“A CIDADE E SUAS POSSIBILIDADES EDUCATIVAS”
O Estágio I trouxe a oportunidade de re-avaliarmos nossa prática docente, ao mesmo tempo em que reconstruímos essa prática em outros paradigmas conceituais, teóricos e práticos, com nossos mapeamentos e cartografias, bem como nossas metáforas conceituais.
Planejamos nossas ‘vidas’ na escola com a construção de nossos planos de ação / cronogramas. Observamos, vivenciamos, para depois idealizarmos nossas oficinas: sonhamos! Com isso, planejamos e replanejamos, sistematicamente, nossa ação pedagógica, para depois, desenvolvê-la, e avaliamos (o calcanhar de Aquiles).
Nesse Estágio Supervisionado III nossa proposta é ampliarmos a experiência de estágio para além dos muros da escola tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
O desafio é olhar para a cidade de uma maneira diferente, nesse sentido trazido pelo poeta - olhar daquele que acaba de chegar, de quem acaba de nascer para a eterna novidade do mundo. Ver aquilo que nunca havíamos prestado atenção no contexto cotidiano, no dia a dia.
O Estágio I trouxe a oportunidade de re-avaliarmos nossa prática docente, ao mesmo tempo em que reconstruímos essa prática em outros paradigmas conceituais, teóricos e práticos, com nossos mapeamentos e cartografias, bem como nossas metáforas conceituais.
Planejamos nossas ‘vidas’ na escola com a construção de nossos planos de ação / cronogramas. Observamos, vivenciamos, para depois idealizarmos nossas oficinas: sonhamos! Com isso, planejamos e replanejamos, sistematicamente, nossa ação pedagógica, para depois, desenvolvê-la, e avaliamos (o calcanhar de Aquiles).
Nesse Estágio Supervisionado III nossa proposta é ampliarmos a experiência de estágio para além dos muros da escola tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
O desafio é olhar para a cidade de uma maneira diferente, nesse sentido trazido pelo poeta - olhar daquele que acaba de chegar, de quem acaba de nascer para a eterna novidade do mundo. Ver aquilo que nunca havíamos prestado atenção no contexto cotidiano, no dia a dia.
A cidade que é feita pelas mãos daqueles que as constroem.
Pensar a cidade é pensar também em lógicas não capitalistas, pré-capitalistas; é pensar na cidade como obra; é, pensando a cidade centralizada na lógica da produção capitalista, pensar também nos interstícios e nas contradições espaciais, nas desconstruções e (re) territorializações. A efetivação da cidade como educadora se constitui na resistência à tendência de práticas individualistas na cidade.
1.2 Imagens: (des )construções - Proposta para um passeio etnográfico
Ver a cidade constitui-se ainda uma experiência corporal. O corpo também é objeto de discurso. Papel ambíguo esse do corpo. | Objeto e sujeito de discursos. (ARRAIS, 2001, p. 179)
Tornar o familiar estranho!!!
O perturbamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...). (BASTOS, 2006)
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, será necessário uma câmera fotográfica ou filmadora,bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, etc.
Pensar a cidade é pensar também em lógicas não capitalistas, pré-capitalistas; é pensar na cidade como obra; é, pensando a cidade centralizada na lógica da produção capitalista, pensar também nos interstícios e nas contradições espaciais, nas desconstruções e (re) territorializações. A efetivação da cidade como educadora se constitui na resistência à tendência de práticas individualistas na cidade.
1.2 Imagens: (des )construções - Proposta para um passeio etnográfico
Ver a cidade constitui-se ainda uma experiência corporal. O corpo também é objeto de discurso. Papel ambíguo esse do corpo. | Objeto e sujeito de discursos. (ARRAIS, 2001, p. 179)
Tornar o familiar estranho!!!
O perturbamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...). (BASTOS, 2006)
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, será necessário uma câmera fotográfica ou filmadora,bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, etc.
Não se esqueça de levar ferramentas muito importantes: a curiosidade e esse olhar indagador, disposto a descobrir coisas mesmo nos lugares que você julga que já conhece!
Você pode pensar que “ver de novo” seja igual a “rever”. No entanto, rever não é ver a mesma coisa duas vezes, é lançar um novo olhar sobre uma mesmo coisa ou situação. O olhar que não se renova envelhece.
Faça anotações, desenhos, esquemas, fotografe, registrem as conversas estabelecidas, as entrevistas, as observações. Enfim, todos os acontecimentos provenientes do exercício etnográfico feito desse outro lugar da cidade, pois o que queremos é acentuar as instâncias educadoras da vida na cidade, seus moradores, seus saberes, seus ofícios... E não importa se eles estão organizados ou não, pois todos fazem parte da sua cidade. Aqui pensamos a cidade enquanto uma confluência de práticas culturais, formando essa grande paisagem.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Imagem do Processo Criativo
O processo criativo se deu a partir do conteúdo estudado na apostila e a Carta Cidades Educadoras, na qual tínhamos que criar uma imagem que dialogasse com o tema cidade.
Então escolhi como apoio para desenvolver meu trabalho, no movimento “Novo Realismo”, com base no trabalho de assemblagem do artista llamado Armand Pierre Fernández que ficou conhecido por suas “acumulações” (acúmulo/construção com objetos prontos) e a destruição/recomposições de objetos. Arman construía esculturas a partir da repetição de um mesmo objeto industrializado.
Criei a imagem com materiais do dia-a-dia, ou seja, associe a minha imagem a vertente esteticista, atributos tradicionais do objeto estritamente estético e artístico são preservados, neste caso, a obra de arte é estritamente uma representação. Apropriei de elementos do cotidiano como; jogo de xícara, pires, colheres de sopa, chá e garfos e um bonequinho de plástico.
Descobri ao longo de todo processo que somente fazendo e experimentando é que aprendemos e entendemos os verdadeiros conceitos.
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