Resumo: Unidade I“A CIDADE E SUAS POSSIBILIDADES EDUCATIVAS”
O Estágio I trouxe a oportunidade de re-avaliarmos nossa prática docente, ao mesmo tempo em que reconstruímos essa prática em outros paradigmas conceituais, teóricos e práticos, com nossos mapeamentos e cartografias, bem como nossas metáforas conceituais.
Planejamos nossas ‘vidas’ na escola com a construção de nossos planos de ação / cronogramas. Observamos, vivenciamos, para depois idealizarmos nossas oficinas: sonhamos! Com isso, planejamos e replanejamos, sistematicamente, nossa ação pedagógica, para depois, desenvolvê-la, e avaliamos (o calcanhar de Aquiles).
Nesse Estágio Supervisionado III nossa proposta é ampliarmos a experiência de estágio para além dos muros da escola tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
O desafio é olhar para a cidade de uma maneira diferente, nesse sentido trazido pelo poeta - olhar daquele que acaba de chegar, de quem acaba de nascer para a eterna novidade do mundo. Ver aquilo que nunca havíamos prestado atenção no contexto cotidiano, no dia a dia.
O Estágio I trouxe a oportunidade de re-avaliarmos nossa prática docente, ao mesmo tempo em que reconstruímos essa prática em outros paradigmas conceituais, teóricos e práticos, com nossos mapeamentos e cartografias, bem como nossas metáforas conceituais.
Planejamos nossas ‘vidas’ na escola com a construção de nossos planos de ação / cronogramas. Observamos, vivenciamos, para depois idealizarmos nossas oficinas: sonhamos! Com isso, planejamos e replanejamos, sistematicamente, nossa ação pedagógica, para depois, desenvolvê-la, e avaliamos (o calcanhar de Aquiles).
Nesse Estágio Supervisionado III nossa proposta é ampliarmos a experiência de estágio para além dos muros da escola tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
O desafio é olhar para a cidade de uma maneira diferente, nesse sentido trazido pelo poeta - olhar daquele que acaba de chegar, de quem acaba de nascer para a eterna novidade do mundo. Ver aquilo que nunca havíamos prestado atenção no contexto cotidiano, no dia a dia.
A cidade que é feita pelas mãos daqueles que as constroem.
Pensar a cidade é pensar também em lógicas não capitalistas, pré-capitalistas; é pensar na cidade como obra; é, pensando a cidade centralizada na lógica da produção capitalista, pensar também nos interstícios e nas contradições espaciais, nas desconstruções e (re) territorializações. A efetivação da cidade como educadora se constitui na resistência à tendência de práticas individualistas na cidade.
1.2 Imagens: (des )construções - Proposta para um passeio etnográfico
Ver a cidade constitui-se ainda uma experiência corporal. O corpo também é objeto de discurso. Papel ambíguo esse do corpo. | Objeto e sujeito de discursos. (ARRAIS, 2001, p. 179)
Tornar o familiar estranho!!!
O perturbamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...). (BASTOS, 2006)
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, será necessário uma câmera fotográfica ou filmadora,bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, etc.
Pensar a cidade é pensar também em lógicas não capitalistas, pré-capitalistas; é pensar na cidade como obra; é, pensando a cidade centralizada na lógica da produção capitalista, pensar também nos interstícios e nas contradições espaciais, nas desconstruções e (re) territorializações. A efetivação da cidade como educadora se constitui na resistência à tendência de práticas individualistas na cidade.
1.2 Imagens: (des )construções - Proposta para um passeio etnográfico
Ver a cidade constitui-se ainda uma experiência corporal. O corpo também é objeto de discurso. Papel ambíguo esse do corpo. | Objeto e sujeito de discursos. (ARRAIS, 2001, p. 179)
Tornar o familiar estranho!!!
O perturbamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...). (BASTOS, 2006)
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, será necessário uma câmera fotográfica ou filmadora,bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, etc.
Não se esqueça de levar ferramentas muito importantes: a curiosidade e esse olhar indagador, disposto a descobrir coisas mesmo nos lugares que você julga que já conhece!
Você pode pensar que “ver de novo” seja igual a “rever”. No entanto, rever não é ver a mesma coisa duas vezes, é lançar um novo olhar sobre uma mesmo coisa ou situação. O olhar que não se renova envelhece.
Faça anotações, desenhos, esquemas, fotografe, registrem as conversas estabelecidas, as entrevistas, as observações. Enfim, todos os acontecimentos provenientes do exercício etnográfico feito desse outro lugar da cidade, pois o que queremos é acentuar as instâncias educadoras da vida na cidade, seus moradores, seus saberes, seus ofícios... E não importa se eles estão organizados ou não, pois todos fazem parte da sua cidade. Aqui pensamos a cidade enquanto uma confluência de práticas culturais, formando essa grande paisagem.

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