Setor I- apresentações através de slides onde foi apresentados e explicados os seguintes aspectos: “Como se dão as cores”, “artistas que fundamentaram a importância das cores”, “mudança ocorrida na arte através das mesmas”, destacando a percepção das cores e seus significados. Os artistas apresentados foram Éugene Delacroix, Claude Monet e Georges Pierre Seurat, lá se reuniram 21 crianças entre 07 a 13 anos e 03 monitores.
Setor II- Desenvolveram na prática as misturas das cores, chegando aos resultados e aplicando em tabelas. Foi um momento de curiosidades e de expectativas. A cada cor descoberta era uma superação. Foi um momento de muitas pinceladas e de liberdade de expressão. Este processo não pode ser concluído no mesmo dia, Será continuado no próximo encontro.
Dia 10/11/2010, inicio no mesmo horário a partir das 14hs, fomos para o Setor II, Setor da oficina de pintura, onde dividi em três setores conforme as cores primárias, onde demos continuidade ao desenvolvimento de misturas e aplicando resultados na tabela das cores. Houve presença de alunos que não tiveram no primeiro momento.
Dia 29/11/2010- Dinamização “testes da cores”, onde os participantes se relacionaram de forma mutua, fazendo a leitura e reflexão. Apresentando as poéticas dos artistas e desenvolvendo a prática através de desenhos referentes à Bandeira Nacional e pintura conforme o assunto citado desde o inicio, destacando a poética visual e sua sensação causada ao olhar observador.
Dia 30/11/2010, Aconteceu o asteamento das três Bandeiras: Estadual, Municipal e Nacional, canto do Hino Nacional e depois retornamos ao projeto no PETI, desenvolvendo a prática avaliativa em pintura apresentando as técnicas das cores aprendidas durante o projeto. Esta etapa foi desenvolvida por toda a equipe onde todos por grupos foram pintando a seu modo uma única Bandeira e no fim de cada participação registraram suas mãozinhas na base da produção. Foi um momento de representação artística e resgate cultural. Depois fomos para o setor I.
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Finalizamos o projeto hoje, graças a todos presentes na fotografia e os demais que contribuiram para o desenvolvimento do mesmo. Obrigada a todos...
Fim...
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
FACULDADE DE ARTES VISUAIS
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Estágio Supervisionado III
Orientadora/a acadêmico/a: Célia Mari Gondo Passos
Relatos de Minhas Experiências III
Relatos de Minhas Experiências III
Durante este semestre tivemos grandes descobertas de encontro com a disciplina de Estágio Supervisionado III, onde depois de ter passado pelo mapeamento, cartografia da cidade, etnografia do campo escolar, intervenção artístico na sala de aula, depois voltamos para fora do ambiente escolar indo de encontro em tornar o familiar estranho. No início desta etapa fiquei confusa, onde fazia questionamentos de como seria, para que?Com quem? Que finalidade teria todo esse processo de entender o familiar estranho.
Mais através de desenvolver várias caminhadas fazendo o mesmo percurso; lugares freqüentados por mim todos os dias, pude perceber a dimensão do que realmente seria, como, porque e para que olhar de forma estranha. Percebi que o familiar é realmente estranho onde a partir desse processo percebi coisas, lugares, estado físico, comportamento humano, que antes não tinha capacidade de ver, somente passava e olhava. Era tão familiar passar todos os dias pelo mesmo local que pouco dava importância ao que realmente acontecia naquele percurso e as mudanças surgiam e não era percebida. E assim puder perceber o quanto a arte estava presente em vários lugares, tive dificuldade em encontrar a porta de entrada por não entender o que realmente aconteceria depois da escolha. Pensava se o local seria ideal para o que aconteceria depois, já esperando qualquer coisa. Era tudo confuso! Então a partir do desenvolvimento da etnografia escolhi a porta de entrada no Centro de Geração de Renda, onde funciona a biblioteca, o Programa de Erradicação do trabalho Infantil (PETI) e o PROJOVEM. A minha porta de entrada foi o PETI, sendo escolhido por observar que o mesmo trabalhava a artes através do artesanato, utilizado a reciclagem, percebendo que o colorido dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos expostos logo na entrada do estabelecimento, transmitia ao lugar alegria, uma energia positiva. Como disse “tudo no começo foi muito confuso, mais aos poucos as coisas foram se esclarecendo e passei a desenvolver a proposta de intervenção partindo de uma possível oficina de reciclagem de papel, onde se baseava na arte desenvolvida no programa. Mas aconteceu que junto às experiências surgiram as dificuldades e assim aconteceram mudanças em relação ao que seria desenvolvido; não encontrando parceria suficiente para ajudar nos recursos materiais, e sendo o projeto extenso para o tempo determinado e devido à disponibilidade do programa, então realizei uma nova etnografia no ambiente e percebi uso de pintura/cores nos trabalhos até então desenvolvidos e tive a opção de mudar o projeto trabalhando agora com as cores, apresentando artistas que fundamentava no assunto.
Se continuasse com o projeto trabalhando com reciclagem aconteceria de todas as maneiras a exclusão de turma ou de alunos, pensando neste detalhe e que o local escolhido como porta de entrada foi um programa, as atividades desenvolvidas são direcionada a todos. Contudo foi um fator importante que me levou a mudar mesmo, o tema e assim desenvolver um novo projeto onde foi aplicado no turno vespertino e sendo o mesmo ampliado pelos monitores em outro momento ao turno matutino.
Tive dificuldades de encontrar artista que desenvolvesse poética no assunto abordado. Pesquisava, pesquisava... e quando não esperava, uma revira volta aconteceu, encontrei três artista da qual citei nos dois roteiros desenvolvidos. O mesmo passou por alterações onde foi necessário fundamentar a poética dos artistas com ação a ser aplicada.
Como me sinto aliviava, por conclui este projeto na qual me deu muita dor de cabeça.
Nem tudo aconteceu como havia planejado, por isso e importante que haja a etnografia, planejamento e conforme a necessidade foi possível perceber surgimento de re-planejamento.
Através do primeiro roteiro fui desenvolvendo as primeiras ações da qual se estendeu devido a não participação efetiva dos próprios monitores, que da qual não tinham experiência em ter na sala uma estagiária, deixando- a na minha responsabilidade todo o direcionado da turma. Este fator dificultou o desenvolvimento esperado conforme o roteiro, onde a ação acabou sendo continuada no dia seguinte.
Depois parei com projeto devido às instruções passada pela professora orientadora, fui à busca de pesquisas que fundamentasse realmente o que seria desenvolvido, apresentando a poética dos mesmos e que relação tinha com tema cores. Todo o semestre foi cheio de grandes supressas e que enriqueceram meus conhecimentos, através das atividades aplicadas pude aprender como identificar situações que parecia ser inexistente e que na verdade estava somente oculta pela forma de olhar.
Como disse: tive dificuldade de encontrar artista que fundamentava a poética conforme o tema que desenvolveria, mais diante de toda instrução da professora, ultrapassei os limites, as dificuldades; acreditado ter conseguido fazer essa conexão no desenvolvimento das duas ultimas etapas, onde os monitores foram presente e este fator não presenciado nos dois primeiros momentos levou os a entender qual a função exata de um estagiário.
Nestas duas etapas citadas no segundo roteiro, foi um grande sucesso, onde consegui passar aos participantes o que realmente seria importante trabalhar as cores, fiz dinamização fazendo fruir o porquê os artistas tinham tanto aperfeiçoamento com as mesmas, desenvolveram trabalhos utilizando as cores e as poéticas dos artistas e por fim retratamos o momento ao ar livre. E mais, no ultimo momento houve uma participação maior em relação aos participantes, toda situação foi concluída ao asteamento, canto do hino nacional.
A finalização se deu por completo através da apresentação do Hino de Goiás, desenvolvimento coletivo de uma única bandeira, onde teve a participação de todos, incluindo o pessoal da biblioteca e assim registraram cada participação com a impressão das próprias mãos com tinta sobre isopor. Consegui arrancar sorrisos, opiniões, interação e até relembrar coisas que foram estudadas há muito tempo. Houve agradecimentos gerais e da partes dos próprios alunos. Uma aluna me disse que: “A sensação que senti em participar do projeto foi boa, principalmente na parte onde pude participar do desenvolvimento da bandeira, senti como se na verdade tivesse contribuído para a construção da verdadeira bandeira que foi pintada há muito anos atrás”. Essas palavras me fez perceber o quanto foi bom ter passado por todas as dificuldades. Foi gratificante saber que todas essas controvérsias serviram para amarrar globalmente o tema com a poética dos artistas e a realidade do programa.
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